Sob a Lei da Umbanda


Sob a lei de Umbanda enraizei minha fé; prometi a Oxalá, amar ao próximo, prosperar no crescimento e evolução espiritual me tornando mais serva do que desejando ser servida. Tornei os meus dias iluminados pelas luzes de Aruanda, Jurema e todas as colônias espirituais que regem as comunicações entre espiritual e material para a melhoria do plano terreno e dos que aqui habitam, sob os preceitos de fé ensinados por seu Sete Encruzilhadas ajoelho o corpo e o espírito para a prece contríta e acreditando na força que vem do meu interior; O Pai Maior que em todos habita. Nessa fé pratico a caridade como exercício ao espírito, a esperança como forma de força para saber que as melhores coisas devemos esperar apenas do Alto. Sob a fé dos Orixás, partículas de Deus sob nós a influenciar cada campo da evolução humana guardo minha guia, aceito minhas fraquezas e corrijo meus erros; Entrego aos regentes de minha cabeça toda as minhas dificuldades de me tornar um ser humano semelhante ao Cristo; entregue por inteiro a providência divina e confiante nas promessas do Pai Maior de amor e vida plena. Sob a lei de Umbanda, descobri que guardiões espirituais, nossos Exús não são apenas o que os olhos podem ver em incorporações; São em nós e por nós guardas da nossa guia, orientadores do melhor caminho; Seres que também necessitam da nossa evolução em prol do seu também melhoramento e evolução moral no plano espiritual. Notei que somos conexão direta; Todos nós médiuns com capacidades especiais na comunicação com os espíritos, mas com a responsabilidade maior de trazer a verdade aos que buscam e ao mundo como todo, sobre a perfeita harmonia entre espírito e matéria. Sob a lei de Umbanda aprendi a respeitar meu corpo como templo real do meu Deus, minhas escolhas como responsabilidade sobre minha jornada e missão com meus outros irmãos, nunca querendo apenas meu bem único, ou a passagem por essa terra à passeio, entregando-se a estagnação do espírito, pelo gozo apenas dos prazeres da matéria. Sob a lei de Umbanda e observando os ensinamentos de seu Sete Encruzilhadas, pelo aparelho mediúnico Zélio, pratico minha fé, traduzo todo o sentimento daquele dia de paz e oferta de missão dos guardiões sobre o mundo e os homens, em boa conduta espiritual, em respeito aos guias e Orixás, em harmonia e paz nos momentos de cultos e orientação, mostrando ao mundo e a todos que na diversidade de crenças e traduções da fé, só existe um Deus, O Único, O Pai Maior. 
Sob a lei de Umbanda agradeço hoje à todos os Orixás, mas especialmente ao Pai Maior por todo o zelo e morada dentro de meu templo chamado corpo; Meu muito obrigado a cada guardião, Exu que vem em meu socorro e aconselhamento e à todas as entidades em evolução que trazem a mim a missão de servir ao próximo, mas me servem sendo exemplo de perseverança e melhoramento para ganhar a vida eterna. 

Salve a Umbanda, todo o povo de banda, de fé. 
Salve ao branco, ao bate cabeça, aos fios de conta, a força dos atabaques a louvar os Orixás. 
Salve minha fé que está hoje em festa, mas que trás a minha vida alegria todos os dias.  

Mãe Lya de Oyá

15 de Novembro, dia Nacional da Umbanda

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